DESDE JANEIRO DE 2009

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

É tempo de Advento!

Liturgicamente, o tempo do Advento (do latim adventus = chegada) corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos. As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. As velas acesas simbolizam nossa fé, nossa alegria. Elas são acesas em honra do Deus que vem a nós. Deus, a grande Luz, "a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo", está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz.

No lº Domingo, há o perdão oferecido a Adão e Eva.
No 2º Domingo, meditamos a fé dos Patriarcas.
No 3º Domingo, meditamos a alegria do rei Davi.
No 4º Domingo, contemplamos o ensinamento dos Profetas.

O Advento deve ser tempo de celebração onde a sobriedade e a moderação são características peculiares da liturgia, evitando-se antecipar a plena alegria da festa do Natal de Jesus. Por isso, neste período não se entoa o "Glória" e nossos passos, nesse recolhimento, seguem em direção ao sublime momento do nascimento de Jesus.

Natal do Senhor, este é o tempo favorável; este é o dia da salvação! (Felipe Aquino)
João Luís Falcão

domingo, 4 de outubro de 2009

Como entender Cristo na Hóstia Consagrada

Quando as palavras da consagração são pronunciadas sobre o pão, a substância deste muda ou se converte totalmente em substância do Corpo humano de Jesus (donde o nome "transubstanciação"), ficando, porém, os acidentes externos (aparências) do pão (gosto, cor, cheiro, sabor, tamanho, etc.); sendo assim, sem mudar de aparência, o pão consagrado já não é pão, mas é substancialmente o Corpo de Cristo. O mesmo se dá com o vinho; ao serem pronunciadas sobre ele as palavras da consagração; sua substância se converte na do Sangue do Senhor, pelo poder da intervenção da Onipotência Divina.
Nosso Senhor Jesus Cristo quis que, nas espécies ou nas aparências de pão e vinho, garantir a Sua presença sacramental, e não nas de algum outro corpo.
Para entender um pouco melhor o milagre da Transubstanciação podemos dizer ainda o seguinte: No milagre da Multiplicação dos Pães, Jesus mudou apenas a espécie do pão (no caso a quantidade), mas não mudou a sua natureza, continuou sendo pão. Quando Ele fez o milagre das Bodas de Caná, mudou a natureza da água (passou a ser vinho) e mudou também a sua espécie (cor, sabor, etc); no milagre da Transubstanciação, o Senhor muda apenas a natureza do pão e do vinho (passam a ser seu Corpo e Sangue) sem mudar a espécie (cor, sabor,cheiro, tamanho, etc.).
Tudo por amor a nós; Ele, o Rei do universo, se faz pequeno, humilde, indefeso... nas espécies sagradas do pão e do vinho, para ser nosso alimento, companheiro, modelo, exemplo, força, consolação...
João Luís Falcão

domingo, 20 de setembro de 2009

servir a Deus é?

Como o pão de cada dia, Que seguramente dá, Uma obra Deus entrega, Dela o servo se encarrega, Seu esforço nela está. Não é fardo doloroso, O que Deus dá para fazer, Mesmo o que é impossível, Que se mostra tão difícil, O fazê-lo dá prazer. Ele diz: Tu és meu servo, Eu te seguro em minha mão, Como flecha bem polida, Na aljava escondida, Cumpre a tua vocação. Vou mostrar a Sua glória, Em tudo o que vou fazer, Mas a glória mais perfeita, Não está na coisa feita, Mas em para o Senhor viver.

Isaías 49-2,3: “...Ele me fez igual a uma flecha pontuda, uma arma que ele guarda até o momento de ser usada. Ele me disse: ......você é o meu servo, e por meio de você vou mostrar a minha grandeza”.

Do irmão João Luís Falcão

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Porque Raiz de Davi ?

“Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes...”. (Isaías 11, 1)
Jessé é o pai de Davi, e de Davi nasceu o salvador, portanto Jesus é a Raiz de Davi.

“Israel era dividida em 12 tribos, cada tribo possuía um estandarte, e a tribo de Judá tinha em seu estandarte a figura de um leão. O profeta Isaías, cerca de 600 anos antes do nascimento de Jesus Cristo, profetizou que o Messias prometido, o Libertador, viria da tribo de Judá, e seria conhecido como ‘O Leão da Tribo de Judá’. Jesus veio e cumpriu tudo o que estava escrito nessa profecia”.

Idéia do Leão como Simbolo:

Quem já ouviu esta expressão, o Leão da tribo de Judá? Com certeza todos os leitores da Bíblia Sagrada conhecem este significado, ou seja, o Leão da Tribo de Judá é Jesus Cristo, e este nome está escrito na Bíblia Sagrada, para comprovar leia Apocalipse 5.

Existem diversos adjetivos que podemos encontrar de Jesus em sua palavra, e os mesmos não perfeitos para utilizarmos em nossas adorações. Te aconselharia em suas adorações e orações, dizer ao Senhor que ele é o Leão da Tribo de Judá, a Raiz de Davi, o Médico dos médicos, o Rei dos reis, o Alfa e o Ômega, e tudo aquilo que tocar em seu coração do momento. Mas nunca deixe de agradecer e de elogiar, pois Jesus Cristo é um Deus que tudo pode, e que opera quando a medicina não pode mais operar, que faz milagres acontecer, e ainda nos protege de todo o mal, se tão comente crermos em tuas promessas.

Que Deus abençoe a todos, Paz e Bem

João Luís Falcão

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Nossa Missão !

O papel do nosso ministério é de levar as pessoas a abrirem o coração ao louvor e a oração por meio da melodia e dos cânticos. Ministrar música é, sobretudo, ministrar o louvor ao Senhor. E como este é um ministério de louvor, nossos membros precisam ser cheios da unção de Deus, carregados da mensagem de amor que Deus tem para o homem, da mensagem do Pai para os seus filhos. Além disso, queremos levar as pessoas a descobrirem o que há no mais intimo de seus corações, e fazê-los transbordar com seus corpos e suas vozes, um agradável louvor ao Senhor e uma explosão de verdadeiro e fraterno amor para com os irmãos.

Entendemos que o ministério de música foi instituído por Davi, logo após ser rei de Israel, sendo, portanto, bíblico. Concluímos assim depois de examinarmos o texto de 1 Crônicas 6.31-48, o qual narra que Davi, logo que a arca foi colocada no tabernáculo, constituiu um serviço de canto da casa do Senhor, os quais ministravam com cântico diante do tabernáculo da tenda da revelação, até que Salomão erguesse o templo em Jerusalém. Diz também a Bíblia que esse foi o dia em que pela primeira vez, Davi definiu que os louvores fossem dados através do ministério dos levitas escolhidos (1 Crônicas 16.7), ordenados, encarregados por ele, e que a tarefa desses levitas era de ministrar continuamente perante a arca (1 Crônicas 16.37) e isentos de outros serviços (1 Crônicas 9.33). Mas esses levitas não foram ordenados porque fossem simpáticos ou bonzinhos, mas porque conheciam a música, eram entendidos (1 Crônicas 16.22), "instruídos em cantar ao Senhor, todos eles mestres" (1 Crônicas 25.7). Mais tarde, quando Salomão levou a arca para o templo, logo após a sua construção, os levitas ministraram o louvor no primeiro holocausto oferecido a Deus naquele lugar (2 Crônicas 5.12.14), o qual a glória do Senhor encheu completamente de forma maravilhosa.
No tempo de Neemias, quando Ciro liberou os judeus para voltarem para Judá e para Jerusalém e edificarem o templo que havia sido destruído, lá estavam os levitas, filhos de Asafe, os cantores (Esdras 2.41), contados entre os que compuseram a primeira leva dos que voltaram. E durante a obra de reconstrução dos alicerces do templo, lá estavam os filhos de Asafe, louvando, segundo a ordem dada por Davi (Esdras 3.10).

Peçamos ao Senhor a graça de ser como Davi, cheio da sua unção, capaz de expulsar todo o mal e acalmar os corações aflitos através do ministério de música. Bendito seja Deus para sempre!

João Luís Falcão